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15 de ago de 2009


Ritmos nostálgicos

Textos / Matérias retirados de Revistas, Sites, Blogs, etc...

Nostalgia - 01.06.04

por Renato Thibes

Lá pelo final dos anos 80, era muito comum as locadoras de vídeo terem um grande acervo de fitas piratas. As seladas eram raridade. Muitas vezes, era possível locar um filme que ainda nem tinha saído nos cinemas. Este foi o caso de Dirty Dancing – Ritmo Quente, filme que virou hit em todo o Brasil antes mesmo de sair na tela grande.

Lançado em 1987 e mais um representante dos musicais farofas dos anos 80 (como Flashdance e Footlose), Dirty Dancing fez um sucesso estrondoso, graças principalmente ao público feminino que se identifica com a história da menina comum, idealista e de baixa auto estima, vivida por Jennifer Grey, que consegue conquistar o galã Patrick Swayze – que virou astro com este filme.

A história bebe na fonte chavão dos romances açucarados: menina rica conhece rapaz bonitão, rebelde e pobre, ambos se apaixonam e a família da moça é contra o namoro, dando início ao conflito de classes sociais. De West Side Story a Titanic, todo mundo já viu esse filme. O que destaca Dirty Dancing é sua ambientação: 1963, o chamado “último verão da inocência”, antes do assassinato de Kennedy e antes dos Beatles chegarem aos EUA. O clima nostálgico e de perda da inocência está presente nos cenários, figurinos e, principalmente, na trilha sonora.

A trilha de Dirty Dancing vendeu tanto, mas tanto, que foi lançado um Volume II com mais músicas que não couberam no primeiro. A música “(I’ve had) The time of my life” de Bill Medley e Jennifer Warner, ganhou o Oscar e era o carro-chefe do álbum, ressuscitando a carreira de Medley, ex-Righteous Brothers. Outros atrativos da trilha eram o clássico “Be my baby” (The Ronettes), a balada “Hungry Eyes” e até o astro Swayze mostrando que além de dançarino também é cantor com “She’s like the wind”.

Apesar do astro cantor, Dirty Dancing segue o esquema dos demais musicais farofas da época, onde os atores não cantam. Porém, a música atua como um personagem. Tome como exemplo Flashdance: todos se lembram da música principal e até da coreografia (homenageada em um clipe recente de Jennifer Lopez), mas ninguém se lembra da protagonista Jennifer Beals. Da mesma forma, Jennifer Grey não chegou a fazer sucesso (ainda hoje é lembrada apenas como a irmã chata de Ferris Bueller em Curtindo a Vida Adoidado), ao contrário de Swayze que ainda faria filmões como Ghost e Caçadores de Emoção, antes de cair no ostracismo.

Mesmo lutando contra a pirataria desenfreada da época, Dirty Dancing fez grande sucesso nos cinemas e mais tarde repetiria o sucesso nas locadoras quando saiu legalmente em vídeo. Revisto hoje, traz nostalgia dupla: primeiro, pelo retrato do inocente início dos anos 60; segundo, pelas memórias do final dos anos 80. Graças aos anos dourados, Dirty Dancing não ficou datado, exagerado ou colorido como a década onde foi feito. Os diálogos são ruins, a história é batida e previsível, mas se você deixar-se levar pelo tal ritmo quente talvez até se emocione e bata os pés nas bem coreografadas cenas de dança.

A propósito: em breve estréia nos cinemas Dirty Dancing 2: Havana Nights, não uma continuação, mas quase uma refilmagem da mesma história, só que ambientada em Cuba. Não fez sucesso nos EUA e foi malhado pela crítica, mas aposto que vai ter menina querendo vê-lo várias vezes.


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