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1 de jan de 2010


Os Trapalhões

Emissora: Tv Globo.
Ano de Produção: de 1977 a 1995.
Cores.
Companhias Produtoras: Rede Globo.
Elenco: Renato Aragão, Dedé Santana, Mussum e Zacarias.

O quarteto de comediantes, Os Trapalhões, existia desde 1966, atuando na extinta Tv Excelsior, quando se formou o primeiro grupo, que além de Renato Aragão (Didi) e Manfried Santana (Dedé), contava com a participação de Wanderley Cardoso, Ivon Cury e Ted Boy Marino. Com a saída de alguns integrantes, passou a fazer parte do grupo o sambista dos Originais do Samba, Antônio Carlos Bernardes Gomes (Mussum) e o comediante com cara de moleque, Mauro Gonçalves (Zacarias). O quarteto também atual na Tv Record e na Tupi antes de chegar a Rede Globo em dois especiais que foram ao ar na faixa de programação noturna Sexta Super.
Os dois especiais que tiveram o nome de Os Trapalhões – Especial tinham um humor mais adulto, por conta do horário, e o tom de comédia pastelão, a ação, o grande número de gags e a espontaneidade agradaram em cheio ao público, o que fez com que o quarteto ganhasse um programa semanal, que manteve sua ênfase na comédia de situação, por quase 20 anos.
Em 1981, agora sob direção de Adriano Stuart, Os Trapalhões já tinha um público notoriamente infantil e foi nessa época que o quarteto alcançou grande repercussão, principalmente depois do sucesso que fizeram no Festival de Berlim. Tanto o público quantos os críticos passaram a ver Didi, Dedé, Mussum e Zacarias como os principais representantes nacionais da comédia infanto-juvenil. Foi em 1981 que o programa exibiu o especial Os Trapalhões – 15 anos, que ficou quase oito horas no ar, com 11 quadros e uma campanha em favor dos portadores de deficiência física.
Em 1982 o programa ganhava a direção de Oswaldo Loureiro, o público passou a assistir a gravação de alguns quadros no Teatro Fênix, no Rio de Janeiro. Em maio do ano seguinte o programa iniciou uma nova fase com direção de Gracindo Júnior e com redação de Carlos Alberto da Nóbrega. Além dos tradicionais esquetes isolados, comédias teatrais bastante conhecidas foram adaptadas para o humor de Os Trapalhões. Shows eram gravados mensalmente com a participação do público. Passaram a ser incluídas também gravações externas.
Sob direção de Paulo Araújo, à partir de 1984, o quarteto teve uma renovação na linguagem visual para dar uma maior unidade: a base do cenário passou a ser branca, mudando a cor só dos elementos de cena. Passaram a ser usados bordões pelo quarteto pela primeira vez, como “Acredite, mas não é” e “Dez, nota dez”. Em 1985 os humoristas gravaram uma série de 14 episódios, em Los Angeles e à partir de 1986 o programa começou a ser direcionado mais ao público infantil, com quadros mais específicos para essa faixa-etária e uso de efeitos especiais.
Em agosto de 1986, Carlos Manga passa a dirigir Os Trapalhões, transformando os esquetes, deixando-os menores e mais rápidos, tendo sempre uma ligação entre um quadro e outro. Já em 1987, após o especial de 20 anos do grupo, Mauricio Tavares assume a atração e insere quadros inéditos, além de humorísticos musicais, com a presença de cantores convidados. No ano seguinte chega a direção geral Wilton Franco, e Os Trapalhões ganha shows ao vivo com ampla participação do público. O público infantil passou a receber mais atenção, sendo criadas muitas brincadeiras, atrações e quadros voltados para essa faixa-etária.
Em 1990, o humorístico estreou com a ausência de Zacarias, que falecera no dia 18 de março daquele ano. Agora a atração era divida em duas partes, a primeira incluía atrações musicais e a segunda contava uma historia completa no “Trapa Hotel”, onde cada trapalhão tinha uma função: Didi era o secretário-geral, Dedé era o secretário de esporte e lazer e Mussum era o segurança. Neste ano ingressava no programa o cantor Conraddo, que figurava como o galã do grupo, ele ficou durante 4 anos e meio com Os Trapalhões. Além disso também ingressou no "Trapa Hotel" sua atual esposa Andréa Sorvetão, muito elogiada como atriz pelo diretor Wilton Franco.
Já em 1991 o programa passou por outra reformulação e a rap tomou conta do programa que mostrava um bairro típico de qualquer cidade grande, onde aconteciam o show de um cantor convidado e novos quadros, como a “Oficina dos Picaretas” e “O filho do Computador”.
Em abril de 1992, sob direção de Wilton Franco, estreou dentro do programa a “Vila Vintém”, que mostrava histórias ambientada numa rua do subúrbio, e a “Agência Trapa Tudo”. Didi era o vagabundo Bonga e acolhia a menina Tininha (Alessandra Aguiar), fugida de um orfanato. Dedé era o dono de uma oficina e Mussum o mordomo de uma casa rica.
Em 1993 o programa, agora com direção de José Lavigne, sofreu grandes mudanças, entre elas a saída da platéia das gravações dos quadros. A nova estrutura foi dividida em duas partes: uma de esquetes e uma história fixa com Renato Aragão e outros atores. A comédia "Nos Cafundós do Brejo" se passava na caatinga nordestina e recebia tratamentos de história em quadrinhos.
Os Trapalhões já sem Mussum, falecido em 29 de julho de 1994, deixaram de gravar e passou a ser reprisado, voltando às tardes de domingo com um enorme sucesso.


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