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18 de abr de 2010


Dercy Gonçalves - Homenagem a Maior Comediante do Brasil

Morre Dercy Gonçalves aos 101 anos


A atriz Dercy Gonçalves, de 101 anos, morreu às 16h45 deste sábado (19) no Hospital São Lucas, em Copacabana, Zona Sul do Rio. Segundo a assessoria de imprensa do hospital, Dercy foi internada na madrugada deste sábado, com um quadro de pneumonia comunitária grave, que evoluiu para insuficiência respiratória.

A família afirmou que o corpo da atriz será velado no domingo (20), na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj). O enterro será em Santa Maria Madalena, cidade natal, onde a família tem um mausoléu.

O Estado do Rio de Janeiro decretou luto oficial de três dias pela morte de Dercy. Em Santa Maria Madalena, as festividades em homenagem à padroeira da cidade foram interrompidas. Segundo o vereador Nestor Lopes, o prefeito Clementino da Conceição autorizou apenas as festas religiosas a partir do dia 22.

Os amigos da atriz Dercy Gonçalves já agilizavam os papéis para os EUA para a comediante entrar no Livro dos Recordes, mais conhecido com Guinness Book, como a artista mais velha do mundo ainda em atividade. Infelizmente, não deu tempo. Às 16h45 deste sábado, a comediante faleceu no Hospital São Lucas, no Rio de Janeiro, após ser diagnosticada com uma forte pneumonia.

Na última segunda, 14, Dercy comemorou seus 101 anos de vida no bar do Nelson, no centro de São Paulo. Época São Paulo esteve lá para acompanhar a festa, que serviria também para provar para o agente do Guinness Book que estava por lá - à paisana -, que a senhorinha ainda estava na ativa.

Dercy Gonçalves, nome artístico de Dolores Gonçalves Costa, (Santa Maria Madalena, 23 de junho de 1907 — Rio de Janeiro, 19 de julho de 2008) foi uma atriz brasileira, oriunda do teatro de revista e notória por suas participações na produção cinematográfica brasileira das décadas de 1950 e 1960.
Dercy Gonçalves era famosa por suas entrevistas irreverentes, pelo seu bom humor e pelo uso constante dos seus palavrões. Foi uma das maiores expoentes do teatro de improviso no Brasil.

Nasceu no interior do estado do Rio de Janeiro, filha de um alfaiate. Sua mãe, chamada Margarida, abandonou o lar, quando descobriu a infidelidade do esposo. A família era muito pobre, e Dercy trabalhava desde muito nova. Foi bilheteira de cinema, além de apresentar-se para hóspedes de hotel em sua cidade.

Estreou em 1929, em Leopoldina, integrando o elenco da “Companhia Maria Castro”. Fazendo teatro itinerante, fez dupla com Eugênio Pascoal em 1930, com quem se apresentou por cidades do interior de alguns estados, sob o nome de "Os Pascoalinos".

Já especializando-se na comédia e no improviso, participou do auge do Teatro de revista brasileiro, nos anos 30 e 40, estrelando algumas delas, como "Rei Momo na Guerra", em 1943, de autoria de Freire Júnior e Assis Valente, na companhia do empresário Walter Pinto.

A partir da década de 1960, Dercy inicia espetáculos em solitário. As apresentações, feitas em teatros de todo o país, conquistam um público ainda cheio de moralismos. Nesses espetáculos aos poucos introduziu um monólogo no qual contava fatos autobiográficos de sua vida. Ao largo dessas apresentações, atuou, desde o início na Revista, em diversos filmes do gênero chanchada e comédias nacionais.

Na televisão, chegou a ser a atriz mais bem paga da TV Excelsior em 1963 e se consagrou com o quadro “A perereca da vizinha”, onde também conheceu o executivo José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni. Depois passou para a TV Rio e já na TV Globo, convenceu Boni a trabalhar na emissora, junto de Walter Clark. De 1966 a 1969 apresentou na TV Globo o programa de auditório de muito sucesso, “Dercy de Verdade” (1966-1969), que acabou saindo do ar com o início da censura no país. 

 “Dercy de verdade”, comandado por Dercy Gonçalves, era o grande líder de audiência da Globo aos domingos. Era uma atração de grande apelo popular. As quartas a comediante atuava em outro sucesso o “Dercy de comédia”.  O lema de “Dercy de verdade”era ajudar aos necessitados. Como a audiência dela era enorme, os que precisavam de alguma ajuda formavam filas gigantescas na frente da emissora, no Jardim Botânico.

A artista fazia chamadas pedindo cadeiras de roda, óculos, bengalas e casas para os que precisavam e também para os desabrigados. Sua equipe de repórtagem selecionava os assuntos mais sensacionais, enquanto a parte do programa destinado aos donativos ficava por conta do sobrinho da artista. Durante a enchente de 1966, no Rio de Janeiro, Dercy levou as câmeras para a rua e transferiu seu programa para o terraço da Globo, chamando a atenção dos telespectadores para a emergência de se enviar agasalhos para os desabrigados. Resultado: o auditório da emissora ficou abarrotado de donativos. A audiência levou a Globo - é bom lembrar que a emissora dava os seus primeiros passos - à liderança absoluta. Começava a atrair o público cativo das emissoras mais importantes da época, como: TV Tupi, TV Rio e TV Excelsior.  A grande estrela da Globo nessa época passou a ser Dercy Gonçalves. Ela e Raul Longras eram os líderes de audiência da emissora, Longras virou ídolo da televisão bancando o Santo Antônio, no programa “Casamento na TV”. 

Em 1971 a grande estrela trocou a Globo e foi para a TV Record, onde estreou na “`Família Trapo” e, meses depois, criou o programa “Dercy em Família” nos mesmos moldes do que havia feito na Globo.

No final dos anos 80, Dercy passou a integrar corpos de jurados em programas populares, como em alguns apresentados por Sílvio Santos, e até aparições em telenovelas da Rede Bandeirantes, “Cavalo Amarelo” e "Dulcinéia vai á guerra”, e na Rede Globo,atuando em “Que rei sou eu?”; “La Mamma” e “Deus nos Acuda”. No SBT voltou a experimentar um programa próprio o “Fala Dercy!” que, entretanto, teve curtíssima duração.


Sua carreira foi pautada no individualismo, tendo sofrido, já idosa, um desfalque nas economias por parte de um empresário inescrupuloso - o que a fez retomar a carreira, já octogenária.

Recebeu, em 1985, o Troféu Mambembe, numa categoria criada especificamente para homenageá-la: Melhor Personagem de Teatro. Em 1991, foi enredo ("Bravíssimo - Dercy Gonçalves, o retrato de um povo") do desfile da Unidos do Viradouro, na primeira apresentação da escola no Grupo Especial das escolas de samba do Carnaval do Rio de Janeiro. Na ocasião, Dercy causou polêmica ao desfilar, no último carro, com os seios à mostra.

Sua biografia se intitula "Dercy de Cabo a Rabo" (1994), e foi escrita por Maria Adelaide Amaral.
Em 4 de setembro de 2006, aos 99 anos, recebeu o título de cidadã honorária da cidade de São Paulo, concedido pela câmara de vereadores desta capital[4].

Meu amor e carinho por Dercy Gonçalves vem da época da TV Excelsior, quando ela participava de um programa de humor. Depois quando se transferiu para a então iniciante TV Globo, Canal 4, do Rio de Janeiro, ainda criança, virei seu fã. Ao me formar tive o privilégio de entrevistá-la em seu apartamento. Nas quatro entrevistas que fiz com ela, juro, ela não falou um só palavrão. Dizia que o usava para atrair a atenção de seu público, pois era aquilo que eles queriam ver e ouvir. Dercy fez parte de minha infância, adolescência e maturidade.

Que Deus te acompanhe minha amiga Dercy Gonçalves! Vou sentir muita falta de você por aqui. Até breve!



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