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28 de jun de 2011


Respeito, a vitória de Masopust e Lala na Copa de 62

O pequeno estádio Sausalito, em Viña del Mar, estava apinhado para ver a seleção brasileira com Garrincha e Pelé diante da Tchecoslováquia, segunda partida da Copa do Mundo de 1962, no Chile.


A seleção brasileira era a favorita ao título, e a tcheca, uma incógnita. Ninguém duvidava: seria a Copa de Pelé, pois o menino da Suécia tinha virado homem, tinha virado rei, Rei do Futebol.


Aos 25 minutos do primeiro tempo, Pelé recebe uma bola de Zito na entrada da grande área e solta a bomba. O goleiro Schroiff desvia de leve, a bola ainda toca a trave e sai a escanteio.


Imediatamente, o rosto de Pelé se transforma numa máscara de dor. Ele leva a mão à coxa esquerda e sente algo que jamais sentira em cinco anos de carreira. O diagnóstico posterior era definitivo e o tirava da Copa: distensão da virilha.


O Brasil inteiro sente a mesma dor. Quem nem sabia que tinha uma coisa chamada virilha, a junção da coxa com o ventre, passa a saber. E gostaria muito de poder oferecê-la, saudável, ao Rei, ferido.


Como naquele tempo não havia substituição, era comum um jogador machucado permanecer em campo, fazendo número, como se dizia, para, pelo menos, manter algum defensor adversário minimamente preocupado. Foi o que Pelé fez, ali pela ponta esquerda, mancando. Mas, sem que ele se desse conta, o capitão tcheco, Masopust, ordenou a seus companheiros:


“Ninguém o combate se a bola chegar nele”.


E eis que a bola chegou nele, outra vez enviada por Zito. Com dificuldade, Pelé a recebe e vê o lateral Lala se aproximar, apenas para cercá-lo. Pelé olha para Lala, que pára e bota as mãos na cintura, feito estátua.


Pelé percebe o que se passa. E retribui o gesto à altura. Num último esforço, toca a bola para fora, sai do gramado, deixa o jogo, sempre escoltado por Masopust.


O pequeno estádio Sausalito, apinhado, fica em silêncio, parece não entender exatamente o que se passa no gramado, ou melhor, já fora do gramado.


Porque era uma cena rara de respeito, de generosidade, de solidariedade, de grandeza – em duas palavras, de ética esportiva. Um momento que entrou para a história do futebol.


Em seguida, a torcida chilena irrompeu em aplausos. Percebera que tinha acabado de assistir a uma cena digna de três nobres.


O jogo terminou triste e sem gols. Brasileiros e tchecos voltaram a se enfrentar na final, e o Brasil foi bicampeão mundial, ao vencer por 3 a 1, naquela que foi a Copa do Mundo do genial Mané Garrincha.


Mas que foi também de Masopust, Lala e Pelé. Porque, acima da vitória, está o respeito ao próximo.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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