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3 de jul de 2011


Após 42 bons anos de futebol, um jogo nunca visto

Tinta anos de jornalismo, pelo menos 42 de futebol bem vividos, e de repente, não mais, um jogo nunca dantes visto.


Um jogo, não. Foi uma epopéia.


Uma epopéia que o mundo inteiro deveria ver ao vivo e em cores e, depois, rever todos os dias.


Uma história que começou patética e terminou heróica.


Porque a cortada de Júnior Baiano prenunciava uma noite catastrófica para o Vasco.


O segundo gol do Palmeiras, logo em seguida, parecia a confirmação da hecatombe.


E o terceiro, no finalzinho do primeiro tempo, confirmava que, mais que a derrota, haveria humilhação.


Ninguém imaginava, porém, que o primeiro ato de uma tragédia, às vezes, é apenas a abertura de uma jornada inesquecível.


A segunda parte seria para valer, para sempre. Com sangue, suor e lágrimas.


O pontapé escandaloso dado por Fernando em Euller, dentro da área do Palmeiras, foi inexplicavelmente ignorado pela arbitragem.


Então, Juninho Paulista pensou: “Se pontapé não é pênalti, o que será?” E se jogou na área para ver o que acontecia.


O árbitro marcou pênalti, e Juninho gostou. Gostou tanto que se jogou de novo, para ver se a história se repetiria.


Repetiu-se, em gênero, número e grau,


Novo pênalti, nova cobrança de Romário, novo gol.


O Baixinho já tinha garantido o recorde como maior artilheiro vascaíno numa só temporada, com 53 gols. Só que queria mais.


O 3 a 0 tinha virado 3 a 2, no mínimo um placar honroso.


Mas quem estava ali, no Parque Antarctica lotado, atrás de um resultado simplesmente digno? Daí, o árbitro medíocre expulsou injustamente Júnior Baiano de campo, e, coisa rara, Romário errou.


Errou maravilhosamente, porque a bola acabou nos pés do endiabrado Juninho Paulista, que empatou. Os pênaltis estavam garantidos, e, nos pênaltis, o Vasco ganhava de 2 a 1.


Mas quem estava ali para disputar a Copa Mercosul nos pênaltis? Nem Viola, nem os Juninhos, nem o Baixinho.


Romário se colocou pela direita da área, a área que ele conhece como ninguém no mundo, embora num lado que ele freqüenta pouco, se comparado ao esquerdo.


E, depois de uma sucessão de lances equivocados, onde a bola achou de parar? Exatamente no lado direito, isto é, nos pés de quem é sinônimo de gol.


Pois Romário não se fez de rogado.


Com a frieza dos grandes artilheiros, ele marcou o 64o gol em 2000, o quarto do Vasco, o da taça.


Ou melhor: o gol que fez dos 4 a 3, no último dia 20 de dezembro do milênio, um resultado inesquecível.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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