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2 de jul de 2011


Aquilo, sim, foi de fazer sofrer… E depois desabafar

Corintiano que está desesperado com a série de treze partidas sem vitória do alvinegro e acha que está no fundo do poço, definitivamente não sabe o que é sofrer.


Sofrer mesmo foi ter ficado 22 anos sem ganhar um título de campeão.


Até que, na noite de 13 de outubro de 1977, uma Quinta-Feira Santa, tudo mudou.


E, de norte a sul, de leste a oeste, teve corintiano saindo às ruas do país inteiro para comemorar a libertação que veio dos pés de Basílio.


No domingo anterior, o Morumbi recebera o maior público de sua história, quase 140 mil pagantes, mas a Ponte Preta vencera o jogo por 2 a 1 e empatara a série que começara com uma vitória corintiana – 1 a 0, gol com a cara e a coragem de Palhinha, que não estaria na terceira partida, machucado.


Para ser bem sincero, não posso dizer que “Eu vi”, porque depois do gol libertador, aos 36 minutos do segundo tempo, tudo ficou embaçado de tal maneira que melhor será dizer: “Meninos, eu senti…” E como senti! A tal ponto que, quando dei por mim, estava dentro do gramado com uma bandeira na mão e uma faixa no peito, compradas não sei de quem ou dadas não sei por quem.


Sei que já era jornalista havia sete anos e, imagine, chefe de reportagem da revista Placar.


Em seguida, fui embora do Morumbi, porque tinha um compromisso: seguir o trio elétrico que viera da Bahia especialmente para comandar a festa corintiana.


Entrei no carro, liguei o rádio, ouvi a voz de Osmar Santos fazer uma exaltação ao que era ser corintiano e brasileiro.


Imediatamente, mudei de estação, porque a garganta apertou outra vez e percebi que, se continuasse a ouvir o maior revolucionário do rádio esportivo brasileiro em todos os tempos, não chegaria a lugar algum, ficaria prostrado, em prantos no meio do mais alegre congestionamento da história paulistana.


Eis que, na estação ao lado, ouço a voz do inesquecível comentarista Mauro Pinheiro, o Senador, sempre de terno e gravata, sempre de charuto nas mãos: “Queria mandar um abraço a um jovem companheiro, que deve estar perdido em algum canto do Morumbi festejando a conquista do seu Corinthians, o chefe de reportagem da Placar, Juca Kfouri…” Foi só e foi tudo que ouvi (e sem a pretensão, aqui, de ter reproduzido fielmente o que ele disse, senão apenas o sentido de suas palavras).


Subi numa calçada de meio-fio avantajado, desliguei o motor e deixei que onze anos de frustração se esvaíssem convulsivamente.


Depois daquela noite, até houve momentos de sofrimento. Mas, sinceramente, treze jogos sem vitória são como uma gota no oceano.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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