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2 de jul de 2011


Até o Cristo vibrou com a festa do Fla de Zico no Maraca

Eram 150 mil bandeiras rubro-negras e 10 mil alvinegras num estádio superlotado. A tarde do dia 1o de junho de 1980 era feia, mas o Rio continuava lindo, assim como o engalanado Maracanã.


O Galo Mineiro jogava pelo empate para ser bicampeão brasileiro, e o Mengo precisava vencer para ser campeão pela primeira vez.


Zico de um lado, Reinaldo do outro – o autor, num Mineirão com 90 mil pessoas, do gol que dera a vantagem aos bravos mineiros.


Logo aos sete minutos, Zico, que era dúvida até poucas horas antes do jogo, fez um daqueles lançamentos que eram sua marca registrada, e Nunes abriu o marcador, para acabar de enlouquecer o estádio.


Mas a alegria durou pouco, pouquíssimo. Um minuto, exatamente um minuto.


Foi quanto durou para Reinaldo empatar e descontrolar o Flamengo, que tinha Raul, Júnior, Andrade, Carpegiani e Zico, em campo, e Cláudio Coutinho, no banco.


Porque o Atlético Mineiro, além do Rei, tinha João Leite, Luisinho, Chicão, Cerezo, Palhinha, Éder e, no banco, Procópio.


E passou a assustar o Flamengo em perigosos contra-ataques, até que… Até que Zico apareceu sozinho na área e, de virada, fez 2 a 1, quando faltava um minuto para acabar o primeiro tempo, para o intervalo que o Galo tanto queria, certo de que o Flamengo voltaria desesperado com o empate.


Enquanto os rubro-negros comemoravam, Palhinha deu a saída e quase empatou. Quase.


Pois no intervalo o Maracanã não parou de tremer um segundo. A massa cantava como para dar força aos seus gladiadores no vestiário. Havia uma energia impressionante no ar.


Mas o Galo voltou morto.


Logo de cara, Luisinho se machucou e foi substituído, e, muito pior, Reinaldo sentiu uma fisgada na coxa e começou a mancar. Parecia o fim. Não demorou para que a massa pegasse no pé dele, chamando-o de bichado, como era habitual.


Como Deus castiga quem os craques fustiga, frase de Armando Nogueira, mesmo capengando o Rei empatou o jogo aos 22 e encarnou na galera, sem piedade.


Tantas fez que, ao cair para pedir atendimento médico, foi injustamente expulso, acusado de fazer cera.


Com o título na mão, mas com dez contra onze, o Atlético foi submetido a um bombardeio incessante. Foram quinze minutos de blitz total, com o time jogando no gramado e a torcida jogando nas arquibancadas, freneticamente.


Até que Nunes, pela esquerda, aos 37, fez um golaço, um golaço improvável, quase sem ângulo, mas um golaço, e abriu o caminho para o pentacampeonato conquistado doze anos depois.


Saí do Maracanã na garupa de uma moto, direto para o Santos Dumont, levando fotos do jogo. O avião passou pelo Cristo Redentor, ele piscou o olho, divertido, e exclamou, discreto: “Mengo!” Em São Paulo, ainda foi possível ouvir os ecos da festa sem fim.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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