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2 de jul de 2011


Eram 85 mil e mais onze contra apenas onze no Maraca

Faz dezoito anos, mas a lembrança é tão nítida como se tivesse sido ontem. Dia 20 de janeiro de 1982, dia de São Sebastião, feriado do padroeiro na Cidade Maravilhosa.


Flamengo e São Paulo, à tarde, no Maracanã com 85 mil pessoas, num dia que era útil pelo país afora. No Rio, seria um dia mágico. Ao chegar, avisei aos queridos João Saldanha, Sandro Moreyra e Sérgio Cabral:


“Esse São Paulo tem um timaço e pode ganhar do Flamengo numa boa”.


De fato. O tricolor tinha Valdir Peres, Getúlio, Oscar, Darío Pereyra e Marinho Chagas; Almir, Renato e Everton; Paulo César, Serginho e Mário Sérgio. Tirante Almir, eram dez da seleção.


Tudo bem, o Mengo tinha Raul, Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Chiquinho, Nunes e Lico. Do time campeão mundial um mês antes em Tóquio, só faltava Tita.


Meus três amigos cariocas, dois botafoguenses e um vascaíno, bem que queriam ver uma derrota do Flamengo, mas se limitavam a me gozar. Eu ainda insisti.


“Esse time não é bicampeão paulista à toa, gente.”


E eles só riam.


Eu também não tinha nada a ver com aquilo, estava no Maracanã apenas para ver o que, sabia de antemão, seria um jogaço.


E foi o São Paulo quem começou arrasador. Aos catorze minutos, fez 1 e, aos 41, fez 2 a 0, dois gols de Serginho, fora o baile. No intervalo, me vi como uma celebridade. Cercado pelos companheiros cariocas na tribuna de imprensa, pontificando sobre aquele grande time tricolor. E olhava com um insolente ar de superioridade para os três incréus.


Eis que o jogo recomeça e Zico diminui logo aos treze. O Maracanã se transforma num coro só: “Ó meu Mengão, eu gosto de você, quero cantar ao mundo inteiro a alegria de ser rubro-negro. Conte comigo, Mengão, acima de tudo rubro-negro…”


E o time se transforma numa enlouquecida máquina de jogar futebol, embalada pela voz da arquibancada. Eram 85 mil e mais onze contra apenas onze são-paulinos.


E o inevitável aconteceu. Andrade empatou aos 25, e, como o Maracanã não parava de cantar, não se satisfazia com o empate, o Galinho tratou de, aos 36, marcar o gol da vitória.


E que vitória, embora fosse só a estréia rubro-negra no campeonato brasileiro, que o Flamengo ganharia com nada menos que quinze vitórias, seis empates e apenas duas derrotas.


Também, com uma torcida daquelas…


João Saldanha, Sandro Moreyra e Sérgio Cabral, dois botafoguenses e um vascaíno, só riam. E eu, corintiano, também. Como a maioria do Brasil.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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