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2 de jul de 2011


Faltava um, e o Doutor fez. Com precisão cirúrgica

Era uma vez um jogador de futebol alto, magro e feio.


Atendia pelo nome de Sócrates e filosofava em português.


Não era artilheiro, a não ser quando precisava.


Como em 1983, quando seu time tentava o bicampeonato paulista, em plena polêmica em torno da chamada Democracia Corintiana, um movimento libertário e generoso que nascera no Parque São Jorge.


Ao Corinthians coube enfrentar o Palmeiras nas semifinais e o São Paulo nas finais, quatro jogos no estádio do Morumbi que reuniram nada menos que 355 196 pagantes, média de 88 799 por partida.


No primeiro jogo, sob marcação individual do palmeirense Márcio, Sócrates apenas conseguiu, já no segundo tempo, empatar o jogo em cobrança de pênalti.


Praticamente anulado pelo volante adversário, o Doutor limitou-se a dizer que aquele era um jogo de 180 minutos e que ninguém ainda tinha visto nada.


No segundo jogo, o esquema repetiu-se, a ponto de Sócrates levar Márcio até fora do campo, na frente da torcida corintiana, e apontá-lo para a massa como se quisesse mostrar o ridículo da situação.


Constrangido ou não, o que se sabe é que, aos 21 minutos do primeiro tempo, na única vez em que Márcio se distraiu, Sócrates fez o gol que valeu a vitória alvinegra e a vaga na grande decisão.


Imediatamente, Márcio foi substituído, mas já tinha feito o involuntário papel de bobo.


Era a vez do São Paulo. E, logo aos 33 minutos do primeiro tempo, num domingo de dezembro em que choveu canivete sobre o Morumbi, Sócrates construiu o marcador que o Corinthians sustentaria até o fim.


Três jogos, três gols do Magro, o mago Magrão.


Faltavam um. Aliás, faltava, não.


Ao Corinthians bastava empatar para ser bicampeão, ou seja, o 0 a 0 lhe dava o título.


Naquele tempo, fruto de muita insistência do Doutor, a torcida torcia no ritmo do time e não ao contrário, como fazia antes e faz agora.


Ninguém duvidava de que o alvinegro conseguiria o empate, e, quando bateu o 45o minuto do segundo tempo, o estádio, quase todo alvinegro, era um grito só de bicampeão, embora sem a animação do título conquistado com vitória ou, ao menos, com um berro de gol para desopilar.


Pois faltava um.


Aos 46, em jogada com Zenon, Sócrates fuzilou com precisão e fez 1 a 0. A festa foi tamanha que quase ninguém viu o grandalhão Marcão empatar, aos 48.


O Corinthians era bicampeão, a Democracia vencera outra vez, e o Doutor marcara dois mais dois dos quatro gols que valeram o título. Cirurgicamente.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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