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2 de jul de 2011


Ficção ou realidade, um jogo vivo na memória

Cabeça de criança cria lendas, e é possível que o que você vá ler aqui seja fruto de pura imaginação.


Estávamos em 1960, e, como era habitual, eu passava as férias de julho no Rio, na casa de um tio.


Brasil e Argentina iam jogar no Maracanã, pela Taça do Atlântico, que tinha também o Uruguai.


Meus dois irmãos e eu tanto fizemos que conseguimos convencer meu tio e meu pai a nos levar ao jogão.


Mas havia um problema, não sei se real ou inventado só para me encher: eu era o caçula, tinha dez anos, e me diziam que só com mais de doze era permitido entrar no estádio à noite.


Sofri as penas do inferno até chegar ao Maracanã e, como se quisesse me esconder, passei tão espremido pela catraca que, me gozaram depois, minha entrada nem sequer foi registrada.


O que vi dali por diante foi dos espetáculos mais inesquecíveis da minha vida.


A Argentina fez 1 a 0 e tinha um ponta-direita, chamado Nardiello, que era uma fábula, dos melhores que já vi.


Rapidíssimo, driblava na corrida e deixava o maravilhoso Nílton Santos em maus lençóis.


Nardiello jamais saiu da minha cabeça, mas, quando fui pesquisar a história desse jogo para contá-la aqui, eis que descubro que ele não jogou naquela noite.


Mas como?! Um registro frio num pedaço de papel não pode prevalecer sobre a memória de uma criança, e nem eu poderia ter inventado aquele nome.


Pois sabia que Nardiello existira e jogara, sim, senhor, naquela noite.


Jogara espantosamente bem até que Pelé e Coutinho resolveram roubar a cena.


Aí, de fato, nem Nardiello nem ninguém mais tinha a menor importância.


Só os dois negros do Santos, números nove e dez às costas, com suas tabelinhas infernais.


O primeiro tempo acabou 4 a 1 para o Brasil, e, no segundo, nem um nem outro voltou a campo.


Vicente Feola, o técnico brasileiro, resolveu tirá-los porque estavam levando tanta pancada que não convinha mesmo continuar a expô-los com a vitória assegurada.


Nas cadeiras do Maracanã, um senhor corpulento, vozeirão de feirante, gritava a cada cinco minutos, na direção do banco de reservas, o nome do técnico argentino: “Stabile! Stabile!”


O treinador, é claro, não ouvia. Mas, passava um tempinho, lá vinham os berros: “Stabile! Stabile!”


Quando o Brasil marcou o quinto e último gol, o torcedor não agüentou mais, levantou, gritou outras duas vezes o nome de Stabile e, finalmente, antes de ter ido embora, arrematou, para gargalhada geral: “Bota o Pelé no seu time!”


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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