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2 de jul de 2011


Isso é que é o futebol brasileiro

A senha foi dada pela CBF da dupla atrapalhada Otávio-Nabi: não haverá campeonato brasileiro em 1987 porque a CBF não tem dinheiro para bancá-lo. Era o bastante.


Os treze clubes mais populares do país se reuniram e resolveram fundar sua associação e organizar seu campeonato no segundo semestre daquele ano. Procuraram parceiros fortes e se deram bem: a Varig cuidaria de passagens e hospedagens; a Coca-Cola, do patrocínio de quase todos os clubes; a Globo, da transmissão. Era uma revolução!


Como todas as revoluções, com suas injustiças: América carioca e Guarani, respectivamente quarto e segundo colocado no ano anterior, ficaram de fora, para dar lugar a Coritiba, Goiás e Santa Cruz. Com dezesseis clubes, criou-se a Copa União, que foi um sucesso. Mas, no dia em que, num luxuoso hotel carioca, o contrato seria assinado com os três patrocinadores, quase foi tudo por água abaixo.


Primeiro, porque Vicente Matheus, o imortal presidente do Corinthians, na última hora se recusou a assinar com a Coca-Cola. “O Corinthians é diferente”, disse. “Se esse negócio é bom pro São Paulo, não pode ser bom pro Corinthians. De mais a mais, o São Paulo não quis emprestar o Bentinho pra nós”, alegou como motivo definitivo. A perplexidade foi geral.


Depois de muito terem negociado, eis que o presidente da Coca no Brasil, o argentino Jorge Giganti, concorda em não ter o Corinthians, apesar de o Flamengo também já ter ficado de fora, por causa da Lubrax. O livro dos contratos volta a passar de mão em mão entre os presidentes de clubes, até que chega às de Paulo Odone, do Grêmio, um dos principais batalhadores e articuladores de todo o processo, bela cabeça, ótima pessoa.


Odone passa os olhos no contrato, enrubesce, levanta-se, pede a palavra e produz um terremoto: “Envergonhado, peço desculpas a todos, é injustificável que eu não tenha visto isto antes, mas não posso assinar este contrato, sob pena de ser prontamente demitido da presidência do Grêmio”.


Ninguém entendeu nada. O clima é quase de terror no imponente salão do grande hotel.


E Odone prossegue: “É que aqui está escrito que a marca da Coca-Cola aparecerá em vermelho nas camisas dos times. Existe uma cláusula pétrea no estatuto do Grêmio que proíbe qualquer tom de vermelho na vida do clube”. Incrédulo, mas compreensivo, o argentino Giganti, numa demonstração de que entendia o país em que vivia, concorda que se abra uma exceção para o Grêmio (logo seguida por Santos, Vasco etc.). E, a partir daquele dia, a marca da Coca virou preta no Brasil.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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