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3 de jul de 2011


O Rei de Roma já desfilava majestade no Brasil

O campeonato brasileiro de 1979 se aproximava das semifinais, e o Palmeiras surpreendera o país ao sapecar um 4 a 1 no Flamengo de Zico, no Maracanã, com mais de 112 mil torcedores.


O time de Telê Santana parecia encantado e fazia despontar um volante chamado Mococa, ex-juvenil de futebol guerreiro, um estilo que Amaral faz lembrar.


A inesperada vitória palmeirense levou a imprensa paulista à loucura, e, na quarta-feira seguinte, quando o alviverde receberia o Internacional para a primeira das partidas semifinais, o Jornal da Tarde teve a coragem de estampar como manchete: “Mococa ou Falcão?” A heresia teria um preço, porque a resposta viria à noite, serena, soberana, com a classe de quem não merecia certas comparações.


Cerca de 62 mil torcedores foram ver o Palmeiras de Mococa contra o Inter de Falcão, que estava invicto.


Faltando pouco mais de dez minutos para terminar o primeiro tempo, um clima de euforia tomou conta do estádio: Baroninho fez 1 a 0, e o time sem estrelas do Palmeiras deu a entender que repetiria a façanha de três dias antes.


Mas Jair, de fora da área, empatou no começo do segundo tempo e esfriou o otimismo, retomado logo depois por Jorge Mendonça, que botou os paulistas na frente outra vez.


Falcão ainda não havia sido proclamado Rei de Roma, coisa que aconteceria pouco tempo depois.


Mas, aos dezenove minutos, subiu mais do que Beto Fuscão e empatou novamente a partida. Mais do que isso, ele sobrava em campo, comandando o Inter com tal categoria e tal gana que a torcida calou-se, admirada com o que via.


O empate já estava de bom tamanho para os gaúchos, que receberiam o Palmeiras para o segundo jogo, no Beira-Rio.


E foi exatamente nisso que todos os comuns pensaram. Os comuns.


Paulo Roberto Falcão, no entanto, jamais teve nada de comum.


E continuou a comandar seu time, a se entender com Batista, com Jair e com Mário Sérgio. E a mandar o time à frente, certo de que a vitória era possível.


Pois, seis minutos depois de ter empatado, ei-lo novamente dentro da grande área palmeirense para fazer o terceiro e definitivo gol de uma noite mágica.


A manchete do jt estava mais do que respondida, como o próprio jornal, no dia seguinte, fez questão de deixar bem claro, saudando o craque colorado em letras garrafais.


Um empate no domingo seguinte (1 a 1) levou o Inter às finais diante do Vasco, que também se curvou: 2 a 0 no Rio, 2 a 1 em Porto Alegre, resultados que deram ao Colorado o único título invicto da história do campeonato brasileiro.


E Falcão foi reinar na Itália e conduzir a Roma ao título que não obtinha desde 1942.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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