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2 de jul de 2011


O Rei é do mundo como o mundo é do Rei

No avião da Varig-Cruzeiro, ia toda a delegação brasileira e um monte de jornalistas.


Destino: Santa Cruz de la Sierra, Bolívia.


Objetivo: eliminatórias da Copa do Mundo de 1986.


Seria uma partida difícil, que o Brasil acabaria vencendo por 2 a 0, gols de Casagrande e Noro (contra). Mas o episódio mais impressionante da viagem aconteceu fora de campo.


Era 2 de junho de 1985. Ao chegar ao aeroporto boliviano e passar rapidamente pela alfândega, Telê Santana, Zico e Sócrates monopolizaram as atenções da imprensa sul-americana que esperava a seleção brasileira.


Os jornalistas brasileiros demoraram um pouco mais para se livrar da burocracia. Entre eles, estava um negro, comentarista da Rede Bandeirantes, que não teve nenhum problema com sua bagagem, mas que teve de assinar dezenas de autógrafos na alfândega.


Até que conseguiu sair para protagonizar uma cena impressionante. Telê, Zico, Sócrates, Júnior – todos foram imediatamente abandonados pelos periodistas hermanos, que correram para cima do negro para entrevistá-lo.


É claro, nós estamos falando do Rei Pelé.


Esse que fez sessenta anos sem perder a majestade dos tempos em que jogou como ninguém.


Livre do assédio, a seleção rumou para o hotel.


Pelé ficou um tempão no aeroporto, e quem viu conta que no carro que o levou ainda foram alguns periodistas.


Na chegada ao hotel, outra legião de torcedores e jornalistas esperava a seleção.


Cerca de meia hora depois, com Telê já impaciente com tanto assédio sobre seus jogadores, a pressão acabou: Pelé desceu do carro e entrou no saguão; a manada deslocou-se novamente na direção dele, e a seleção pôde descansar.


Passadas pouco mais de quatro horas, almoçando, de banho tomado, encontro o Rei em pé no hall do hotel, dando entrevista a um último jornalista, modestamente trajado.


Não era uma entrevista ao vivo, Pelé falava para um gravador de uma pequena emissora de rádio do interior boliviano.


E falava como se estivesse sendo ouvido pela inglesa bbc ou pelo brasileiro Lance!.


Isso é Pelé, esse é Pelé, aos vinte, trinta, quarenta, cinqüenta ou sessenta anos.


Capaz de ficar horas a fio atendendo os que o cercam, seja em busca de autógrafos, seja atrás de uma entrevista exclusiva.


Um grande homem, absolutamente vocacionado para o papel de ídolo e cultor dos que o cultuam, quase como se um dependesse dos outros e vice-versa.


Talvez por isso, o planeta inteiro tenha comemorado seus sessenta anos, porque ele é capaz de ser tão atencioso com todo mundo que todo mundo se julga dono dele.


E, no fundo, no fundo, é isso mesmo.


Pelé é do mundo como o mundo é de Pelé.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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