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2 de jul de 2011


O Reizinho do Parque assume o trono das Laranjeiras

Só mesmo na cabeça visionária de Francisco Horta: fazer um jogo no Maracanã em pleno sábado de carnaval!


Por mais que fosse a estréia de Roberto Rivellino pelo Fluminense – e contra seu ex-clube, o Corinthians, cuja torcida o expulsara injustamente como culpado pela perda do título estadual do ano anterior, 1974.


Ingredientes à parte, era um sábado de carnaval, dia 8 de fevereiro, e o jogo não passava de um amistoso.


Mas Horta sabia o que estava fazendo, e nada menos que 50 mil tricolores, entre pagantes e penetras, foram ao maior estádio do mundo para ver o ex-Reizinho do Parque virar o Rei das Laranjeiras.


E viram, e como viram!


Viram uma, duas, três vezes.


Rivellino estava com o diabo no corpo e cumpriu em seu primeiro jogo muito mais do que prometeu.


Além dos lançamentos para o veloz Gil, arma do Flu que se tornaria mortal adiante, Riva fez questão de mostrar quanto valia uma saudade.


Aos 25 minutos do primeiro tempo, ele proporcionou a primeira de muitas alegrias que daria aos tricolores, ao abrir o marcador.


Onze minutos depois, como se para não deixar dúvida de que estava de novo amor, fez 2 a 0.


Os paulistas ainda diminuíram, mas faltava o segundo tempo inteiro para a apoteose. Que veio logo aos onze, com mais um gol dele, endiabrado mesmo.


Com mais um gol, de Gil, o Fluminense começou seu carnaval particular naquele sábado, um carnaval que perduraria pelo ano de 1975 e pelo de 1976, o tricolor bicampeão carioca.


Menos de um mês depois, no dia 6 de março de 1975, Flu e Corinthians voltaram a se enfrentar, numa revanche jogada no Pacaembu.


E 35 mil pessoas foram ao estádio para mostrar que Rivellino era passado. Até faixa dizendo que a Fiel já tinha esquecido o “Ruinzinho do Parque” tinha.


E, nem bem o jogo começou, logo a um minuto, Zé Maria abriu o placar, como uma promessa de que os 4 a 1 do Rio seriam devolvidos com juros e correção monetária.


O bom número de torcedores tricolores no estádio paulistano, no entanto, não parecia preocupado com aquele gol-relâmpago.


E tinha razão.


Dezessete minutos depois, o “Ruinzinho” mostrou que era mesmo Reizinho e empatou a partida. No segundo tempo, o lateral-esquerdo Marco Antônio tratou de garantir a vitória carioca: 2 a 1.


Rivellino ficou quatro anos nas Laranjeiras. Em 158 jogos, marcou 53 gols – um gol a cada três jogos, marca formidável se levado em conta que ele não era propriamente um artilheiro.


E quem viu Riva naqueles dois jogos no Maracanã e no Pacaembu não teve a menor dúvida: o Flu havia feito um negócio extraordinário, e o Corinthians, uma bobagem colossal.


O que teve de alvinegro virando tricolor.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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