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3 de jul de 2011


Repito: a Azzurra mereceu a vitória no Sarriá

Ah, Sarriá! É claro que rever Sarriá não passa impunemente.


E revi. E escrevi no Lance! (em 15 de fevereiro) que a vitória italiana foi justa. E recebi muitas mensagens.


É curioso. As mensagens de apoio, muito mais do que imaginei, são todas de gente que era madura em 1982. As de crítica, todas de quem tinha onze ou doze anos à época.


Um leitor chegou a escrever que eu estava contrariando tudo o que ele “ouvia” falar do jogo.


Pois eu era maduro, estava lá e tinha na memória uma partida diferente da que foi.


Talvez porque, como me escreveu tio Alberto Helena Jr., aquela seleção não pudesse ser avaliada apenas por um jogo, e sim pelo conjunto da obra.


Obra que, se teve uma vitória arrumada pela arbitragem diante da União Soviética (Luizinho fez dois pênaltis claríssimos não-marcados), teve exibições magníficas contra as fracas Escócia e Nova Zelândia e contra a fortíssima Argentina, numa tarde em que Valdir Peres fez três defesas fundamentais.


Ora, a Itália só tinha empatado na primeira fase, marcando dois gols em três jogos diante de Polônia, Peru e Camarões, e ganhado, bem, da Argentina, em sua estréia na segunda etapa. A própria imprensa italiana estava enfurecida, tanto que os jogadores da Azzurra nem falavam com os jornalistas.


Acontece que, acostumados a olhar para o próprio umbigo, nos esquecemos de que a Itália havia batido a campeã mundial Argentina (que, portanto, enfrentou o Brasil desesperada, de moral baixo). E de que, depois da brilhante vitória no Sarriá, ela passaria por cima da Polônia (com quem havia empatado na primeira fase e que, com Zmuda, Lato, Boniek e Szarmach, acabou em terceiro lugar, à frente da França de Amoros, Trésor, Tigana, Giresse, Genghini, Rocheteau e, sobretudo, Platini).


Ou seja, ter empatado com a Polônia não desmoralizava ninguém – e mesmo a seleção de Camarões, já com Milla, saiu invicta da Espanha, porque também empatou seus três primeiros jogos.


Finalmente, a Itália bailou sobre a Alemanha na decisão, 3 a 1 com direito a pênalti desperdiçado pelo exuberante Cabrini, coisa que também vi, no Santiago Bernabeu, estádio do Real Madrid.


No segundo tempo, quando saíram os quatro gols, os alemães quase não tocaram na bola e só diminuíram no fim do jogo.


Por tudo isso, apesar da aparente heresia com o time de Telê Santana, é que não me aflijo ao ser acusado de revisionismo em relação à Copa do Mundo de 1982.


Repito o que escrevi no Lance!: aquele time tinha seis jogadores maravilhosos (Leandro, Júnior, Cerezo, Sócrates, Zico e Falcão, escolhido como o segundo melhor da Copa, atrás de Paolo Rossi), mas foi inferior ao italiano no dia 5 de julho, diante de 44 mil pessoas.


E não era melhor do que os times de 1958, 1962 e 1970.


O que, é bom que se diga, não o desabona.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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