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3 de jul de 2011


São Paulo, o time que eu odiava e Forlan me fez amar

De todos os times brasileiros, havia um de que, definitivamente, eu não gostava. Mais: eu odiava mesmo. O São Paulo fc. Explico por quê.


Meu padrinho de batismo, o tio Adib, era tricolor doente, assim como todos os Aidar. E era com eles que eu ia ao Morumbi ainda em construção, nos anos 60.


Nos jogos em que o São Paulo estava ganhando do Corinthians e a torcida corintiana começava a ir embora, nas cadeiras cativas do estádio só se ouviam gritos do tipo “Vão embora, seus pobres” ou “Vão tomar o ônibus, seus favelados”. Aquilo me doía e revoltava.


Sempre digo que aprendi a noção de luta de classes no Morumbi.


E torcia contra o São Paulo, sempre, em qualquer circunstância.


Até que, numa bela noite de 15 de dezembro de 1971, já como jornalista, fui ao Morumbi para ver São Paulo ´ Botafogo, pelas finais do primeiro campeonato brasileiro.


As finais foram disputadas em sistema de triangular, e, no domingo anterior, o Atlético Mineiro derrotara o São Paulo no Mineirão.


Os paulistas tinham que ganhar dos cariocas e depois torcer por eles diante dos mineiros, jogo que estava marcado para o domingo seguinte, no Maracanã, e que terminaria com a vitória do Galo, campeão, por 1 a 0.


Mas voltemos ao Morumbi.


Lá eu estava para torcer pelo Botafogo, que saiu na frente, gol de Nei, ex-corintiano, pai do Dinei.


Mas o São Paulo tinha um lateral-direito uruguaio e cabeludo chamado Pablo Forlan.


Ele pegou a bola no fundo do gol e deu uma bronca geral no seu time, dizendo que não iria perder um jogo em casa por nada no mundo.


E tratou de dar o exemplo. Possesso, foi ao ataque e logo empatou o jogo.


Não se contentou, é claro, porque empatar ou perder dava no mesmo.


Cada vez que pegava na bola, Forlan incendiava o Morumbi e, assim, levou o São Paulo à virada – o segundo gol marcado por Terto, três minutos depois do seu.


Nem por isso Forlan se aquietou, comandando o time, que marcou mais duas vezes: 4 a 1!


Extenuado ao fim da partida, Forlan era a imagem de um… de um… na minha cabeça, de um… herói corintiano. Deixei-me levar por um surto de bom senso, no entanto, e me dei conta de que havia ali um exemplo de alguém que merecia uma estátua na porta do Morumbi. Pela primeira vez, senti simpatia pelo São Paulo e pelos são-paulinos.


Depois, veio outro uruguaio, o genial Darío Pereyra. E, mais adiante, Telê Santana. A raiva estava derrotada para sempre.


A partir daí, várias vezes me peguei e me pego torcendo pelo São Paulo, quase como se fosse o meu time de coração.


Melhor assim.


(Extraído do livro “Meninos, eu vi”, de Juca Kfouri, editoras DBA/Lance!)

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