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16 de jul de 2012


14 Tecnologias populares que ficaram no passado

Aposentados ou a um passo da obsolescência, aqui estão alguns dos ícones tecnológicos destinados aos museus

Por Guilherme Gouvêa Pícolo em 15/Jul/2012


Não há dúvidas de que, como nós, as tecnologias nascem com uma sentença de morte anunciada: elas sobreviverão até que outras, mais novas, sejam capazes de superá-las. A cada novo salto evolucionário, vamos deixando as tecnologias que nos eram caras até bem pouco tempo para substituí-las por outras mais eficientes ou mais baratas. Vamos relacionar, neste momento nostálgico, algumas delas que sumiram de nosso cotidiano recentemente, ou que estão à beira de seu lugar definitivo na História.

- Fitas VHS e o videocassete

O padrão do Video Home System ganhou o mercado nos anos 80. Criado em 1976, pelas JVC, o formato de gravação dispunha do videocassete - aparelho que permitia a leitura e gravação dos vídeos, e da fita magnética de 1/2 polegada, movida por um sistema de tração.
A tecnologia começou perder importância quando do lançamento dos DVDs players, nos anos 90.
Quem tem mais de 25 anos nas costas provavelmente vai se lembrar que as locadoras de filmes cobravam as famosas "multas" caso o consumidor não devolvesse as fitas "rebobinadas", o que significa: no ponto inicial de reprodução. Ou então, dos famosos kits de limpeza para cabeçotes.
O VHS teve sua morte decretada finalmente em 2008, quando a DVA, sua fabricante, anunciou que abandonaria definitivamente o formato.
 Você já pagou multa por esquecer de rebobinar uma destas?

- Geocities

Foi um serviço muito popular de hospedagem e criação de páginas web gratuitas, nos anos 90. Dispunha de editor HTML, FTP server e oferecia para o usuário 15 MB de espaço disponível. Em 1999, o Yahoo comprou os direitos sobre o serviço da Starmedia, por cerca de US$ 4 bilhões. Mas o nascimento dos gerenciadores de blogs e das facilidades visuais que eles propunham colocaram o Geocities por terra. Em 2009, o Yahoo anunciou a descontinuidade definitiva do serviço.
Com vocês, o precursor dos blogs, direto dos anos 90 (rodando o Netscape...)

- Disquetes e cartuchos de jogos

Foram os dispositivos de armazenamento de dados móveis dos usuários de informática mais populares (e também problemáticos) por décadas. Os mais comuns, no Brasil, eram os disquetes de alta densidade de 3,5 polegadas, capazes de comportar 1,44 MB, e o floppy disk de 5,25 polegadas. Para os micros XTs, o tipo mais comum era o disquete de 5 1/4 polegadas de dupla densidade com 360 Kb de espaço disponível (posteriormente surgiram os disquetes de 720 Kb de quádrupla densidade, para o padrão PC-AT).
Um detalhe curioso: nos primeiros disquetes de 5,25 polegadas de dupla densidade, era necessário virar o disquete para o computador ler cada uma das faces...
Os disquetes faleceram com o lançamento de pen drives, cartões de memória e com a facilidade de cambiar dados pela Internet.
Disquete de 5 1/4 polegadas. Aquela fita adesiva logo acima protegia o disco contra regravações 



O disquete de 3,5 polegadas foi o mais usado no Brasil. Comportava incríveis 1,44 megabytes!

Os cartuchos de jogos também foram o único meio de armazenamento para games de consoles durante cerca de 20 anos, até o lançamento do Nintendo 64. Consistiam, basicamente, de um circuito integrado, revestido de uma proteção plástica, contendo o software dos jogos (as ROMs). Eram acionados a partir do encaixe do circuito ao videogame por seu conector (o que nem sempre era uma tarefa tranquila).
Jogadores do Atari devem possuir boas lembranças de cartuchos contendo coletâneas com centenas de jogos.


O Atari e seus famosos cartuchos (no anúncio de época promocional dos chicletes "Ploc")

- Monitores e TVs de tubo

Os tubos de raios catódicos são ainda muito populares no mercado, seja em relação aos monitores de PCs ou aos televisores. Se não dá para dizer que eles são tecnologia morta, com certeza é possível afirmar que estão à beira da cova, já que a transmissão de imagens em cristal líquido e as TVs de plasma estão cada vez mais acessíveis e permitem, além da economia de espaço, uma qualidade de imagem muito superior.

Sim, ele já está virando História também


- Tamagotchi

Um animal de estimação virtual, também muito popular nos anos seguintes a seu lançamento, datado de 1996. Prendia a atenção do usuário e ocupava seu tempo com as demandas do animal eletrônico, que requeria carinho, alimentação e cuidados médicos. Dependendo do zelo de seu dono, o bichinho ia se desenvolvendo e estimulava uma nova rodada de cuidados.
O Tamagotchi ainda resiste ao tempo como app para celulares, no entanto seu formato original, que incluia um minicomputador apresentado em formato oval, já é parte do passado.
O popular bicho de estimação virtual dos anos 90 virou app de celular


- Walkman, fita cassete e toca-discos

A fita cassete magnética, composta de dois carretéis, foi inventada pela Phillips nos anos 60 e ganhou popularidade a partir da invenção do walkman, o iPod dos anos 70, 80 e começo dos 90, patenteado pela Sony e alimentado geralmente por duas pilhas alcalinas pequenas.
No Brasil, a fita cassete foi, junto com o disco de vinil, o principal meio de armazenamento, transferência e reprodução de músicas até o começo dos anos 90, quando o Compact Disk (CD) ganhou o mercado nacional.
Walkman: O pai do MP3 player e avô do iPod
 
O aparelho de tocar discos e os discos de vinil ainda são comercializados para entusiastas e colecionadores. E para alguns DJs, que preferem fazer "scratches" à moda antiga.
As antigas vitrolas tinham controle de rotações por minuto dos discos de vinil, sendo que as mais populares eram as opções de 33, 45 e 78 RPMs.
Lembra dos discos riscados, que "engasgavam"?


- CD-ROM

Disco compacto lançado no mercado em 1982, só virou o padrão escolhido pelo mercado nacional cerca de uma década mais tarde. Sua vantagem é a versatilidade: pode armazenar arquivos de computador, áudio e vídeos e pode ser lido em aparelhos diversos, como o DVD player, os drives dos microsystems ou dos computadores pessoais.
O CD ainda sobrevive no mercado, tal como os aparelhos de fax, mas seus dias estão contados como meio de armazenamento de dados. Além de outras opções mais versáteis de mídia, como os pen drives, os DVDs e os discos de blu-ray, a popularização da Internet (e a computação em nuvem) já não justifica a continuidade do CD-ROM como um padrão viável, até pela sua pouca capacidade de armazenamento (650 MB), considerando os padrões de jogos e programas atuais.


- Máquina fotográfica instantânea e com filmes

Inventada pela Kodak, a máquina fotográfica de algumas décadas atrás usava um filme flexível para armazenar as fotografias. As imagens só poderiam se tornar visíveis após a "revelação" num estúdio adequado (a tal "sala escura"), um procedimento químico que extraia as imagens do rolo de filme para o papel fotográfico. Como você só via a foto após a revelação, era sempre uma surpresa saber se suas fotos saiam ou não. E quando saiam, se representavam poses boas ou ruins.
Os rolos de filmes ainda tem algum uso profissional e de colecionadores, entretanto aquelas máquinas Polaroid instantâneas, de até 36 poses, tiveram um fim trágico, com a falência da empresa em 2008. Já entre os usuários convencionais, as máquinas digitais sepultaram de vez o uso de equipamentos com rolo de filmes.
A Polaroid faliu em 2008, vítima da mudança dos tempos

- Impressoras Matriciais

Há uns 15 anos, passar por um escritório de contabilidade em funcionamento ou por uma repartição pública era a certeza de ouvir uma sinfonia de impressoras matriciais a pleno vapor.
É um tipo de impressora de impacto; possui, em sua cabeça de impressão, um conjunto de agulhas que, batendo sobre uma fita impregnada com tinta, produz os caracteres impressos (mecanismo semelhante ao de uma máquina de escrever, tecnologia também enterrada). Cada posição é baseada em uma matriz de pontos, daí o nome da impressora.

Os formulários contínuos, com as extremidades preparadas para encaixar nos tracionadores da impressora eram seu suporte de impressão.
No país, as impressoras matriciais da Epson foram muito populares, e algumas delas ainda são usadas para impressão de documentos fiscais específicos (pela possibilidade do uso de papéis carbono) e para grandes volumes de impressões. Por sinal, são vendidas ainda e a um preço bem salgado. Mas para o usuário doméstico, de fato, já está mais do que superada pelas impressoras a laser e jato de tinta.

A Epson LX 300: uma das matriciais mais populares no Brasil


- Redes e cabos 10BASE-5 e 10BASE-2

Hoje, falamos em redes Gigabit, mas as primeiras redes Ethernet mais populares tinham velocidade de transmissão de 10 megabits. Nos primórdios, um único cabo coaxial, de 1 cm de diâmetro conectava todos os computadores da rede ao backbone central por meio de "transceptores".
Pelas diversas dificuldades que o formato gerava, surgiram os padrões 10Base-5 e 10Base-2 (com distâncias máximas de transmissão de 500 e 200 metros, respectivamente). A conexão entre as estações e a rede passaram a ser feitas por diversos cabos mais curtos; os transceptores deram lugar ao conector em forma de "T".
O conector em T ajudou a garantir maior estabilidade e manutenção mais fácil das redes locais

- Clipper, COBOL e as linguagens de programação procedurais

O Clipper foi uma linguagem de programação muito utilizada no país para a criação de programas administrativos e contáveis, geralmente gerenciando bancos de dados DBase (que via de regra dava problemas na criação dos índices NTX). Era sempre um desafio lidar com o limite de memória convencional do MS-DOS de 640 Kb quando era necessário manipular volumes altos de dados. A versão Summer '87 permitia a otimização da memória com a divisão do programa compilado em módulos ou camadas (overlay). A vesão 5.2, mais nova, já gerenciava automaticamente a memória utilizada.
O COBOL - linguagem de programação orientada para os meios financeiros e negociais - é uma linguagem de programação mais antiga que o Clipper, também procedural, criada em 1959 por um consenso de grandes desenvolvedores de software sob a orientação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Hoje, ninguém mais usa o COBOL para a programação de aplicativos novos, mas ainda há um mercado interessante para os profissionais que dominam a linguagem, notadamente na manutenção de mainframes de instituições financeiras de longa data.
Quem aprendeu a programar no COBOL, dificilmente se esquecerá de suas quatro divisões (Identification, Environmention, Data e Procedure Division), ou de suas seções (uma das mais populares no Brasil era a "Configuration Section. Special Names. Decimal-point is Comma", para mudar o padrão do separador de decimais, que nos EUA é o ponto em vez da vírgula), ou da contagem de colunas para entrar com instruções ao compilador.


COBOL: um clássico entre os programadores!



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